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Estudante de Direito
Leonardo Tavares
Cascavel (PR)
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Sobre mim
Estagiário e Estudante do 5º ano de Direito.
Comentários
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Leonardo Tavares
Comentário ·
há 11 anos
Nenhuma nação pode ser feliz se não há liberdade religiosa
Wagner Francesco ⚖
·
há 11 anos
Bruno, nenhuma parte da bíblia foi revogada nem tácita, nem expressamente kkk.
Tanto o novo como o velho testamento são a palavra de Deus imutável!
Deus sempre foi o mesmo, nunca mudou e nunca mudará, porém a FORMA como Ele agia na antiguidade, sendo considerado como o "Deus da guerra", "Deus dos Exércitos", é muito diferente da forma como se vê hoje.
A bíblia como qualquer outro livro, tem um início, um meio e um fim, e um tema central, a saber Jesus Cristo, o filho de Deus. Buscando revelar assim, o grande e inexplicável amor de Deus para com o homem, quando entregou seu próprio filho para nos dar a remissão dos pecados, o direito de sermos chamados filhos de Deus e a vida eterna.
Acontece que, muitas pessoas (como é o caso do Autor, o que me surpreende pelo fato do mesmo ser um Teólogo) usam equivocadamente trechos do pentateuco (velho testamento), onde está registrada a Lei de Moisés, indicando o absurdo que seria se aplicássemos esta lei nos dias de hoje.
Contudo, ter o Deus da bíblia como o Senhor da nação, é antes de tudo reconhecer a soberania de Deus acima de todos e de todas as coisas, pois só Ele é quem faz cessar a guerra! Ele exalta a quem quer, da mesma forma como abate a quem quer.
Deus te ama Jovem, seu interesse pela palavra, as vezes por menor que seja, já indica que algo dentro de você está sedento em busca-lo!!
Afinal foi para isso que fomos criados: Para Adorá-lo!!!
A vida é brevíssima, frente a eternidade que nos espera, vamos nos preocuparmos em encontrá-lo enquanto é tempo! Enquanto se pode achar!
Deus abençoe.
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Leonardo Tavares
Comentário ·
há 11 anos
Nenhuma nação pode ser feliz se não há liberdade religiosa
Wagner Francesco ⚖
·
há 11 anos
Se eu já fico triste com esses tipos de artigo, imagine Deus!
Texto sem contexto é pretexto!
O velho testamento não é doutrina para nós!
Peço a Deus que o verdadeiro evangelho possa entrar no seu coração e trazer o renovo para seu entendimento!
Aconselho ao Senhor Wagner que leia mais o novo testamento e ore a Deus pedindo entendimento, sabedoria e verdadeira revelação que só o espírito santo pode conceder aos que o buscam!
Abraço.
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Recomendações
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Renato Batista de Paula
Comentário ·
há 11 anos
Nenhuma nação pode ser feliz se não há liberdade religiosa
Wagner Francesco ⚖
·
há 11 anos
Bruno Kussler,
Não sei se sua pergunta possui um tom sarcástico, ou se você realmente possui essa dúvida, sobre obedecer ipsis literis a Bíblia, e em relação às disposições de Levítico. De qualquer maneira, me atrevo a lhe responder.
A Lei de Moisés (expressa no pentateuco), foi um conjunto de regras de adoração que foram estabelecidas entre Deus e Israel. Isso fica evidente quando Deus chama Abraão para ser o pai dos hebreus e lhe faz promessas. Vejamos:
"Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.
(Gênesis 12:1,2)
Deus também exigiu que Sua aliança com Abraão (para ser o pai dos hebreus e guardar seus mandamentos específicos) fosse firmada por meio de um sinal - a circuncisão. Vejamos:
"Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás a minha aliança, tu, e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações. Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado"(Gênesis 17:9,10)
Esses são apenas alguns exemplos de que aquelas disposições da Lei eram um um pacto entre Deus e os Hebreus (judeus ou israelitas). Não foram prescritas para a igreja cristão, pois aquela é a antiga aliança a qual terminou exatamente com a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Ele instaurou uma nova aliança. Um novo pacto, desprovido daquelas exigências de Levítico, mas regido pela graça (favor imerecido). Vejamos:
" "Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo:" Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês "(Lucas 22:20)
" "Ora, a primeira aliança tinha regras para a adoração e também um tabernáculo terreno" (Hebreus 9.1)
"Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação. Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. (Hebreus 9:11,12)
"15 E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna. (Hb.9.15)
Antes de sua morte redentora (quando se cumpriu plenamente a Lei antiga) Jesus já estava preparando as pessoas para um novo tempo, para a chegada de um novo sistema onde a graça e o amor seriam o alicerce. Assim, o próprio Cristo deu exemplo, quando deixou ser tocado por mulher que estava com uma hemorragia fazia vários anos. Vejamos:
"E uma mulher, que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e gastara com os médicos todos os seus haveres, e por nenhum pudera ser curada,
Chegando por detrás dele, tocou na orla do seu vestido, e logo estancou o fluxo do seu sangue" (Lucas 8:43,44)
"Então, vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se tremendo e, prostrando-se ante ele, declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que lhe havia tocado, e como logo sarara. E ele lhe disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz" (Lucas 8:47,48)
A questão da comida na vigência da graça não é da mesma forma que era na vigência da Lei. O Apóstolo Paulo nos ensina sobre esse assunto:
"Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência. Porque a terra é do Senhor e toda a sua plenitude.
E, se algum dos infiéis vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que se puser diante de vós, sem nada perguntar, por causa da consciência. Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude" (1 Coríntios 10:25-28)
A questão do versículo logo acima não é o tipo de carne (de porco, etc), mas sim, se essa foi sacrificada a alguma entidade estranha.
Assim, eu respondo sua pergunta. Temos sim, que observar todas as disposições da Bíblia, exceto, aquelas que foram estabelecidas exclusivamente aos hebreus. Os cristãos são regidos pelo Novo Pacto. A Nova Aliança. O Novo Testamento - no sangue de Cristo.
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Ivanil Agostinho
Comentário ·
há 11 anos
Os pastores do Congresso
Camila Vaz
·
há 11 anos
Vou tentar resumir bastante o meu comentário.
1. "Como as igrejas evangélicas escolhem seus políticos?" Do mesmo modo que outros segmentos da sociedade escolhem os seus representantes, ou evangélicos não tem os mesmos direitos dos demais cidadãos, ou seja, de votar e ser votado?
2. Barrar "avanços sociais". De que "avanços sociais" estamos falando? Temas sociais polêmicos, para uns pode ser considerado um avanço, para outros um retrocesso. Então exige um debate, e numa democracia, todos devem ser ouvidos, todos podem debater e discordar, ou será que existe um lado "certo", cuja visão de mundo deve se sobrepor à dos demais, mesmo que os "demais" componham a maioria da sociedade?
3. Isenção fiscal: quanto a isso, vou citar um outro artigo, aqui mesmo do JusBrasil:
"A imunidade tributária (conhecida popularmente como isenção) é para qualquer instituição religiosa, seja evangélica, católica, espírita, budista etc. Não há privilégios ou distinções na Constituição Federal. Assim, uma paróquia ou um terreiro não pagarão o IPTU, bem como não pagará um templo budista ou evangélico etc."
Link: http://adriano-pinheiro.jusbrasil.com.br/artigos/133219083/religiao-impostoseequivocos
Ou seja, sugerir, mesmo que sutilmente, que igrejas evangélicas gozam de um PRIVILÉGIO de isenção de impostos, ao passo que outras religiões não, é, no mínimo, uma desonestidade.
Já sugeri aqui, e vou sugerir de novo, aos prezados autores de artigos do JusBrasil:
Pesquisem e escrevam um artigo sobre os inúmeros trabalhos sociais desenvolvidos por evangélicos, DE GRAÇA, a saber:
a) Com lares para idosos
b) Com orfanatos
c) Com dependentes químicos
d) Com presidiários
e) Com moradores de rua
Não preciso citar os trabalhos específicos, porque não caberia aqui. Com um pouco de boa vontade e uma pesquisa no Google, pode-se verificar o que digo.
PS: Como alguns ainda insistem em bater na tecla que a isenção fiscal é um PRIVILÉGIO das igrejas evangélicas, pesquisei a lei que dispõe sobre isso. Segue:
LEI Nº 3.193, DE 4 DE JULHO DE 1957.
Dispõe sobre a aplicação do art. 31, V, letra b, da Constituição Federal, que isenta de imposto templos de qualquer culto, bens e serviços de partidos políticos, instituições de educação e de assistência social.
Art. 1º À União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios e vedado lançar imposto sobre templos de qualquer culto, bens e serviços de partidos políticos, instituições de educação e de assistência social, desde que as suas rendas sejam aplicadas integralmente no País para os respectivos fins (Constituição Federal, art. 31, V, letra b)."
Eu pergunto: É só igrejas evangélicas que tem isenção fiscal?
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Vagner Cruz
Comentário ·
há 11 anos
Nenhuma nação pode ser feliz se não há liberdade religiosa
Wagner Francesco ⚖
·
há 11 anos
Derrogação expressa Bruno Marques.
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